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Rodrigo Paiva defende parcerias para prestar atendimento a animais de pessoas com baixa renda ou em situação de rua.

O número de animais de estimação no Brasil impressiona: são 140 milhões de pets. Minas Gerais tem a terceira maior população de gatos, depois de São Paulo e do Rio de Janeiro; e o segundo lugar em número de cães, depois de São Paulo, segundo o Instituto Pet Brasil. Eles não votam, não se organizam para pedir apoio e muitos são vítimas de violência e abandono. Neste domingo (01), Rodrigo Paiva participou de uma “cãosseata” no Bairro Castelo, na Região da Pampulha. E declarou seu apoio à causa Pet: “Com a pandemia e o empobrecimento da população, muita gente foi morar nas ruas, com seus animais de estimação. E se essas pessoas têm dificuldades para garantir o próprio sustento, imaginem a dificuldade para cuidar de seus animais?! Sem contar o enorme crescimento da quantidade de animais que foram abandonados, porque os donos não têm mais condições e mantê-los.”

Os dados do Instituto Pet Brasil, divulgados no fim do ano passado, mostram que 5% dos 78,1 milhões de cães e gatos no país são considerados Animais em Condição de Vulnerabilidade (ACV) – que estão sob os cuidados de famílias classificadas abaixo da linha de pobreza ou que vivem nas ruas mas recebem cuidados de pessoas. E, nesses números, segundo o Instituto, não estão incluídos os animais abandonados, que vivem sob a tutela de Organizações não Governamentais ou com com protetores que assuem a responsabilidade de conseguir uma adoção voluntária.

Mais do que oferecer castração gratuita, a Prefeitura de BH pode fazer parcerias com universidades, clínicas e empresas para oferecer atendimento a animais de PESSOAS com baixa renda comprovada ou de pessoas que vivem em situação de rua. “As prioridades do novo prefeito devem contemplar, primordialmente, políticas de incentivo à melhoria do transporte público, à oferta de ferramentas de educação a distância, enquanto as aulas não voltam, à geração de emprego e renda, de crescimento econômico, de atração de novas empresas, principalmente, agora, com a pandemia, quando 11 mil empresas fecharam e 35 mil pessoas ficaram fora do mercado de trabalho. Mas, na saúde, além de melhorar a oferta de consultas, cirurgias e exames, é preciso atentar para o cuidado dos pets, porque se estiverem mal cuidados podem transmitir doenças à população.” – declarou Rodrigo Paiva. E o candidato do Novo também lembrou a questão da violência contra os animais: “É preciso dizer não à qualquer forma de agressão física contra qualquer ser vivo.”
Acompanhado da cadelinha beagle Rete, do filho Pedro Tobias e da mulher Wanêssa Cabidelli, Rodrigo Paiva encontrou várias pessoas fazendo piquenique com a família em praças da região. Mas viu, com tristeza, academias, restaurantes e outros empreendimentos fechados, porque não resistiram depois de ficar tanto tempo fechados por determinação da atual gestão municipal. “Vai ser um enorme desafio recuperar a economia da cidade. Eu vou trabalhar duro e fazer uma boa gestão na Prefeitura para tornar Belo Horizonte uma cidade amiga do empreendedor, de quem quer trabalhar. Eu quero que meu filho cresça numa BH que possa oferecer oportunidades a ele quando chegar a hora. Vai ser o meu legado para o futuro das nossas crianças.”

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